March 26, 2011 17:49
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Teorias de passarela
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| look para uma típica dona de casa Primavera/Verão 2011! |
March 25, 2011 18:11
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Duas cabeças pensam melhor que uma, mas se uma pensar melhor que a outra arrisca-se a que lhe roubem os pensamentos.
Exemplo de «auto-plágio» de diferentes livrosE depois disto pensei “Deus, há pessoas mesmo infelizes”
Em As crónicas da Margarida, na página 143: «E, como diz António Lobo Antunes, quando um coração se fecha, faz muito mais barulho do que uma porta». Em Não Há Coincidências, na página 242: «O António Lobo Antunes diz que o coração quando se fecha faz muito mais barulho do que uma porta». Em Artista de Circo, na página 147: «Quando um coração se fecha faz muito mais barulho do que uma porta, diz o António Lobo Antunes».
Exemplo de «auto-plágio» no interior do mesmo livro
Em Não Há Coincidências, na página 22: «Saio de casa ainda é noite cerrada. O portão abre-se silenciosamente, cúmplice nas minhas saídas madrugadoras e regressos tardios». Mais à frente, na página 132: «Saio de casa ainda é noite cerrada. O portão abre-se silenciosamente, cúmplice nas minhas saídas madrugadoras e regressos tardios».
Qual é a graça de fazer alguma coisa, sem ter sido efectivamente feita por nós?
Esta pergunta deveria ser feita a toda a gente que se limita a copiar, reproduzir toscamente ideias alheias, plagiar.
Aliás, todo o acto de criar qualquer coisa implica que estamos a fazer algo que não exista já… daí estarmos a criar algo.
March 23, 2011 19:19
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March 22, 2011 17:43
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Aquela vez em que Ricardo se perdeu no mato, muito ao estilo "blairwitch project"
E há uns 5 anos fizemos uma viagem lá. E foi muito divertido no geral.
Mas tenho que vos confessar uma coisa:
Eu sou um autêntico lorde do sofá. Yup, it’s true, tenho medalhas Olímpicas para o salto em comprimento para a cama e para os 2 metros e meio de espreguiçamento no sofá.
E tudo isto me valeu um belo dia de orientação por lá.
Tudo começou ás 7 e tal da manhã, quando nos acordaram para irmos comer no refeitório comum.
Fomos em 3 ou 4 carrinhas de caixa aberta todos ao monte para o meio duma clareira, e deram-nos um mapa com umas cruzinhas – quem não sabe o que é a orientação, é basicamente levar um papelinho para ser marcado com selos a dizer que passamos em determinados pontos de um percurso. A 1ª pessoa a reunir todos e voltar À meta ganha – e desejaram-nos boa sorte.
Ora bem, isto passou-se no Alentejo. E era Maio, ou seja. CALOOOOOR.
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| Pessoa em sofrimento e com umas farpelas pavorosas |
Ou seja, lá vou eu, a alteza do sofá, para o meio do calor abespinhador de calças de fato de treino dos chineses e uma disposição imensa que se esfumou em 5 minutos.
Começou tudo muito repentinamente. Estávamos na clareira e de repente era só arvoredo e silvas que tinham a capacidade de me entrar nos boxers, e eu já estava todo suado, e a K e a V já estavam lá a 20 metros À frente, enquanto eu via a minha vida toda em flasback e tinha uma maravilhosa dor de burro em conjunto com a Joana. Mas pelo menos não estava só… pensava eu, até a bácora da Joana ter ficado boa da dor de burro e começar a acompanhá-las. E nesta altura eu agradecia a Deus nosso senhor nunca me ter dado para o tabaco, ou os meus pulmões paravam de funcionar ali.
Eu queria ver o mapa de inicio, a sério que queria, mas eu estava lá loinge e elas estavam com pressa, o que acabou por dar resultado a termos andado quase um quilómetro na direcção errada, e termos de voltar tudo para trás, ao som do meu “eu avisei”.
Depois de 40 minutos a “corrar” (correr + andar) lá me passaram as dores de burro (e amaldiçoei o nosso professor de educação física por nunca nos ter posto a correr a sério nas aulas) e já as acompanhava.
Depois começou o martírio. Para começar aquilo não tinha linhar orientadoras nenhumas. Só 5 cruzes idiotas e o desenho do riacho que passava lá perto. E nós subimos montes, descemos montes ( o Y, 5º elemento do grupo até achou interessante descer uma ladeira terrosa sentado no chão enquanto n´so ficamos a olhar e a pensar que se tinha esquecido de tomar os medicamentos).
E depois encontrámos o 1º “posto”, com um senhor de carimbo na mão e encostado a uma árvore (bem podia ser um pedófilo que nós já estávamos tão perdidos que nem pensamos em perguntar primeiro), e depois demos com outro orientador, e tudo muito bem, até ia engolindo um dardo de uma zarabatana (aquilo não tem nada a especificar que lado entra em contacto com a boca, not my fault), até chegarmos à pradaria das vacas.
É assim, para vocês, pessoas da cidade - que o máximo que viram foi uma vaquinha velha e acabada numa qualquer quinta pedagógica que visitaram em tenra idade - as vaquinhas são fofinhas e amorosas… mas para mim que tive que passar por um terreno cheio de bosta de vaca , nem por isso.
Demoramos quase meia hora a percorrer 300 metros porque o raio bovinos ruminantes que não se mexiam um milímetro enquanto mastigavam o pasto calmamente e nos obstruíam o caminho, só para nos apercebermos já na outra ponta da pradaria de vacas que tínhamos passado por um posto lá no principio…. Ou seja voltar tuuudo pa trás para conseguir um carimbo idiota em forma de estrelinha.
Acabámos por dar com o bendito ultimo post… que ficava no topo de uma maravilhosa parede de escalada. Quem é que ganhou a tarefa de subir aquilo? Eeeu (porque devo ter genes de macaco e faço escalada melhor que eles MUAHAHAHAHA). E quando eu estava quase no topo daqueles 7 metros, e no ar soava isto:,
tal era a emoção do momento, estendo lentamente a mão para a senhora que estava no posto e…
A CABRA DEIXA O BILHETE VOAR!
E eu a ver aquilo tudo em câmara lenta e a quase a gritar “nãããããão” (ok tecnicamente estava quase a gritar "espero que agora tenhas candidiase vaginal de grau 5 -isso é por graus né? - e definhes lentamente a coçar-te sua badalhoca!" mas pronto o "nããão" é mais dramático), tive que descer aquele pardieiro todo e ir a correr atrás do bendito papelinho com os carimbos, já que o vento fazia o favor de levar de volta para a pradaria das vacas a todo o gás, e voltar a subir aquilo tudo outra vez, para depois andar um metro e meio e estar na meta.
E isto meus caros, foi como eu passei a ter instintos homicidas cada vez que penso em orientação.
[A ouvir: Peacemaker-Greenday]
[Humor: Divertido
March 21, 2011 18:31
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Crónicas de um dono de casa desesperado II
Época primorosa de felicidade, os campos floridos, as cores “inhas” (azulinho, amarelinho, cor de rosinha…) as andorinhas a fazer loops no céu e os coelhinhos a procriarem que nem doidos no meio das flores , imitados pelos adolescentes com as hormonas aos pulos e tudo isto com cheiro a gomas e esta música ao fundo:
March 20, 2011 08:17
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Perguntas de Fim de Semana XIV
March 18, 2011 18:06
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Um minuto de silêncio pela morte do bom gosto musical
yaaaay It's friday!
Não entendi muito bem como, mas isto é a nova sensação lá nos States... quem quer raptar a moça e fazer dela uma piñata comigo?
Oiçam a genialidade de letra e aproveitem o fim de semana, que eu vou aproveitar o meu. ciao ;P
March 17, 2011 18:54
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Ka Ching
Ok eu ♥ Shania Twain e essa música entrava aqui completamente.
Porque estamos numa sociedade consumista.
Mas o que é engraçado é toda a gente descartar as culpas disso para cima da “sociedade” ou das lojas, quando na verdade a sociedade é feita de pessoas, bem como as lojas são geridas e frequentadas por elas.
Hoje em dia estão na moda as manifs, as greves, os descontentamentos e os abaixos assinados pelas redes sociais a fora … e para quando uma greve ao consumismo?
Eu sou uma pessoa que gosta de ir às compras. Aliás, risquem o gosta e ponham um “se pudesse dormia num shopping”. Mas sei estabelecer limites. É claro que as coisas materiais também importam e é bom gastar dinheiro em nós, e aquela lenga lenga toda, mas há que saber estabelecer as prioridades.
E vocês?
O que acham da onda consumista?
Adeririam a uma greve com este intuito?
São muito consumistas?
Empréstimos: Sim, não , segundo condições específicas?
Vou tentar responder amanhã aos comments destas duas semanas mas não prometo nada. leiam comentem subscrevam e gostem no facebook ;)
[A ouvir: A novela da SIC]
[Humor: Inspirado]
March 16, 2011 18:27
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Estranhos
March 14, 2011 15:51
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Uma mula pintada de doirado continua a ser uma mula
Eu já umas quantas vezes falei aqui de mudança.
Mudança de rumo, mudança de cenário, de companhias e de necessidades a vários níveis.
E há uma mudança que as pessoas tentam implementar a toda a força.
A mudança de espírito. E a mudança de espírito incentiva a pessoa a mudar a sua forma de ser para aquela que mais jeito lhe der no meio em que se insere, ou consoante a vida que queira levar.
Um exemplo maravilhoso disso vem numa coisa super simples, as novelas. Nunca reparam que há sempre uma personagem má, que a dada altura da novela resolve que já não quer ser má e converte-se numa boa samaritana (o que pode durar todo o resto da novela, ou só alguns capítulos).
E as outras personagens acabam por engolir sempre essa mudança miraculosa a dada altura, e atribuem a milagres, a consciência pesada ou até ao crescimento.
Sim, porque não sei se já repararam, mas as pessoas andam cada vez mais a associar automaticamente a mudança de espírito ao crescimento pessoal de cada um.
Há uns bons posts atrás falei de crescer. Como suspeito que vos aborreça ler aquilo tudo de novo, vou apenas dizer que sim, o crescimento é uma coisa composta por diversas mudanças. Todas as referidas no 2º parágrafo e mais uma mão cheia delas… mas não acredito na mudança de espírito.
Nós somos uma tela em branco quando nascemos. Vamos sendo pintados ao longo da nossa vida, e repintados por cima – os chamados recomeços – mas a tela é sempre a mesma por mais que a pintemos. Absorve as tintas (neste caso as vivências) sempre da mesma maneira e acaba por reagir consoante a saturação de tinta que tem em cima.Não acredito portanto que uma pessoa mude de espírito. Salvo está (claro) quando acontece alguma coisa muito traumática… e mesmo assim é discutível.
Podemos ser pinturas abstractas minimalistas ou simplesmente pintura de loja dos chineses, mas a base é sempre a mesma.
Quanto muito, com o passar dos anos, passamos a ter maior controlo sobre as nossas próprias nuances e sobre a forma como as demonstramos aos outros.
A verdade é que passado algum tempo de convivência com as pessoas eu começo a lê-las com uma facilidade bastante agradável. É-me fácil prever como as pessoas reagem ao que diga ou faça. Isto acontece porque por mais fases que uma pessoa passe, acaba por ter sempre o mesmo núcleo, logo tem sempre a mesma forma de reagir Às coisas.
- Eu gostava de ser uma pessoa melhor. A sério que gostava. Gostava de ter paciência para me ir inscrever naquelas acções todas de voluntariado, tipo dar sopa aos pobres … mas não sou. Por isso não vou dizer que faço. Nem vou forçar um sorriso e fazer contrariado. Pode ser que um dia ganhe vontade de levar com 300 “não tenho tempo” e uma data de caras feias só por dizer bom dia enquanto ando a fazer colheita de alimentos para o banco alimentar contra a fome… mas não vejo. Não faz o meu género.
- Eu gostava de ser menos desconfiado. Era óptimo não ter sempre um pé atrás para 90% da a gente que conheço, mas não consigo. E a verdade é que esta desconfiança me tem safo muitas vezes, E não acho muito boa ideia andar a confiar em toda a gente. Não faz o meu género
- Gostava de não ligar às coisas materiais. De me satisfazer com um colchão de palha e um tecto na cabeça. De não ir para os sites de compras online suspirar por coisas que custam mais do que todo o dinheiro que tenho na minha conta bancária… mas Não faz o meu género.
E nem percebo qual é o problema aí. Quer dizer… percebo. A verdade é que o mundo é um gigante baile de máscaras, onde quem não as quer usar acaba por ser visto de lado.
Tal como uma pessoa insensível não muda para uma Maria madalena, ou uma pessoa idiota muda para uma pessoa com neurónios.
Tal como diz o título:” Uma mula pintada de doirado continua a ser uma mula.” Uma mula ridícula, mas uma mula.
E vocês?
Acreditam na mudança de espírito?
Acreditam que uma pessoa mude?
Conhecem quem tenha tentado (bem ou mal sucedido)?
O que é que não faz completamente o vosso género?
Vá, toca a ler comentar subscrever e gostar no facebook, que eu prometo que até 4ª feira no máximo respondo aos comments da semana passada.
[A ouvir: G4L- Rihanna]
[Humor: Filosófico
March 13, 2011 07:05
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March 12, 2011 07:43
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Não me vou manifestar quanto À minha opinião sobre a manifestação de hoje
Como tal este post não poderia ser comprido, por isso cá vem um verdadeiro mircopost que nem é o post principal de hoje, só que apeteceu-me abordar o assunto.
Pelo que entendi pedem a deposição de toda a classe política, por coisas muito injustas que andam a acontecer, e porque já se sabe que em alturas de crise os bodes expiatórios pululam.
Não percebendo nem querendo perceber nada de política eu só fiquei com uma pequena dúvida:
E depois dos políticos terem todos ido À vida, quem lidera o país?
o povo?
isso não seria uma espécie de anarquia ou assim? é que pelo que sei, depois da anarquia costuma sempre seguir-se uma ditadura... e não ficamos pior se isso acontecer?
Vá, toca todos a explicar-me pontos de vista, visto que - e volto a frisar - não estou contra nem a favor da manifestação de hoje dia 12/03/2011
Adenda: A Inês mostrou na caixa de comments um artigo que esclareceu uma duvida minha relativa a isto tudo, mas continuo a querer as vossas opiniões:
são a favor ou contra a manifestação?
adiantará de algo?
Vá quero mais comentários!
[A ouvir: Cinema Italiano - Kate Hudson]
[Humor: Neutro
March 11, 2011 17:42
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Beleza interior vs Beleza exterior
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| Clicar para aumentar |
Gostaram do novo look?
Que importância tem o nosso visual em nós, a definir a nossa personalidade ou no dia a dia?
Acham que se deve mudar regularmente de visual?
Já alguma vez mudaram radicalmente de visual?
Acham que a maneira como os outros nos vêm influencia muito a forma como nos vemos?
Já devem ter reparado que acrescentei uma barrinha no blog. dessa forma é mais fácil acederem À página do facebook do blog e subscrever via rss.
vá, leiam, comentem subscrevam gostem no facebook.
[A ouvir: High- Emmy Rossum]
[Humor: Inspirado
March 10, 2011 17:27
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O rebound - CIALTM parte VI
Vejamos a Y. a Y namorava com o K. e depois o K certo dia deu lhe com os pés, e a Y ficou extremamente infeliz, comeu lá as suas belas caixas de Haagen daz a sentir-se miserável, e passada uma semana, arranjou o Q. o Q é trolha e trafica material informático para a Estónia… mas hey “pode ser o tal, e é muito melhor que o K”Serei só eu a ver aqui alguma espécie de padrão?
Ou então vejamos o N. o N era casado com a W, e a W fugiu com o professor de pilates para as Caraíbas e deixou-o sozinho a pagar a casa e de divórcio aviado (isto com a lei nova do divorcio é num instantinho). Passada uma semana aparece casado com a U, quarentona e mãe de dois filhos adolescentes.
O rebound é de maneira básica, o pneu de emergência do carro. Quando o pneu bom se fura, ficamos com um que só aguenta uma certa velocidade e só anda uns quantos quilómetros até ser substituído por outro pneu decente.
A parte engraçada é que raramente se tenta ver as coisas do ponto de vista do próprio rebound.
O rebound é uma pessoa qualquer… que mal por mal acaba por andar atrás do mesmo que toda a gente.
Já foram o rebound de alguém?
[A ouvir: Dancing on my own- Robyn]
[Humor: Guloso]
March 9, 2011 18:57
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Atitudes modernas - pt.VIII
Temos que admitir que o acesso ao ensino superior é cada vez mais fácil, tendo em conta que há 50 anos não era quase ninguém, e há 30 atrás não era toda a gente que ia para a universidade, nada a ver com a facilidade com que se ingressa num curso superior hoje em dia.Porque é que se dá tanta importância a isto hoje em dia? a pressão social aumenta de ano para ano porquê? afinal muito licenciado anda com trabalhos que teria se não tivesse curso nenhum... né?
March 8, 2011 18:42
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Post sem título porque não tenho um título decente
como agora é muito tarde e me aborrece escrever um post de raiz a estas horas, deixo aqui uma pergunta ,à qual podem responder por aqui via comentário, ou pela votação que vou pôr aqui em cima da área de postagens.
Nesta semana que passou postei aqui um texto que fiz para a fabrica de letras e que consistiu num texto, numa história, um bocadinho diferente do tipo de posts que costumo escrever aqui. e para minha surpresa, tem sido dos mais lidos desde então.
a minha questão é se vocês leitores estariam interessados em que eu escrevesse aqui uma espécie de fan fic...
ou seja, uma história dividida por capítulos, mais ao estilo do post que referi.
de vez em quando escrevo desses tipos de texto mas não os costumo postar aqui. claro que isto não alteraria em nada o blog, só acrescentava mais posts. o que pensam da ideia?
Ah, e o post a que me refiro podem ver aqui:
E já sabem:
Leiam comentem subscrevam e gostem no facebook.
[A ouvir: a novela da SIC onde tudo chora ao som de uma musica dramática]
[Humor: Criativo]
March 7, 2011 14:41
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Aquela vez em que o Ricardo teve um tórrido encontro - quase – sexual (ou dois ou três) no comboio
March 6, 2011 10:13
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March 4, 2011 18:47
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O amor é um lugar estranho… e toda a gente parece querer as coordenadas para lá chegar.
March 3, 2011 17:23
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