October 31, 2011 18:37
October 31, 2011 08:56
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Fazei-me o favor, sim?
Como não acho que seja uma ideia brilhante repetir a sondagem aqui no blog, resolvi passar o link da votação original.
Vão aqui e votem na opção que fizer mais sentido, não precisam de adicionar a página nos vossos likes nem nada, é só mesmo votar.
Mais logo venho cá com o post do dia.
October 29, 2011 16:21
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Não é carne nem é peixe
Mal ligo a TV sou bombardeado com publicidades de comidas que querem ser outras comidas.
Ele é batatas fritas com sabor a frango assado, pastilhas com sabor a gelado de morango e baunilha, e a mais recente, iogurtes com sabor a pipocas. E quando se vai ao supermercado , lá estão as embalagens todas coloridas e apelativas, com letras gordas a querer vender gato por lebre.
Ora bem, senhores da indústria alimentar, podiam fazer um grande favor à humanidade (e a mim de caminho)?
Parem de vender comidas com sabor a outras comidas.
Porquê? três razões básicas.
- Para começar, temos a lógica mais básica. se eu quiser comer pipocas, como pipocas. Não me vou pôr a beber iogurte liquido com sabor a pipoca. não sei, acho que me faz muito mais sentido assim.
- Depois,as coisas nunca ficam a saber ao que deviam. Eu posso não ser um expert em confecção de produtos alimentares para venda ao público, mas para dar a impresão que uma coisa sabe a outra, usam-se aromas artificiais. e ficar a cheirar a uma coisa, não significa que fique com o mesmo sabor.
- Para terminar, É muito mais caro comprar esses produtos 2 em 1, do que comprar os dois produtos originais. comprar uma embalagem de queijo e uma de batatas fritas é provavelmente mais barato do que comprar uma embalagem minúscula de batatas fritas a cheirar a meias sujas com alegado sabor a queijo.
October 28, 2011 18:38
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Eu odeio casamentos
Marriage, que se refere ao relacionamento, e Wedding, que se refere à cerimónia.
Acho que em Português também devia haver duas palavras, para não me parecer tão mau quando digo que odeio casamentos.
Não me refiro obviamente à primeira opção, acho que a dada altura, é normal que os casais queiram dar o "próximo passo" e pronto, que se queiram unir de maneira mais oficial e renhéunhéunhéu.
O que eu odeio mesmo, é todo aquele ritual do casamento.
Um casamento que se preze começa na igreja.
E é ver uma procissão de convidados que viajam em matilha, numa nuvem de vestidos coloridos e perfumes em excesso , a entrar numa qualquer igreja - grande parte das vezes demasiado pequena para albergar os convidados todos - esperar que entre a noiva com o seu lindo vestido branco e a criancinha a jogar pétalas e/ou a carregar uma almofadinha com alianças.
E há SEMPRE uma criancinha para fazer esse papel.
Ao fim de 20 minutos de missa já metade dos convidados boceja, muitos utilizam os telemóveis (mesmo sendo alegadamente proibido) e os noivos e familiares próximos ficam lá especados no altar, a derramar a lagriminha de emoção enquanto a tia avó septuagenária se deixa dormir antes de ouvir o "eu aceito"
No final, as pessoas juntam-se todas à porta e batem palmas, e jogam arroz ou outra coisa qualquer, e fazem uma grande festa, como se fosse uma maravilha que nunca mais fossem ver (parece que não se lembram que ainda vão ver a fronha dos noivos durante mais uns bons pares de horas).
Lá vão todos os carros em fila, com fitinhas nas antenas (que até hoje nunca percebi de onde aparecem).
Parece que é um ritual moderno que assegura a felicidade dos noivos. antigamente faziam-se oferendas aos Deuses, agora buzina-se dentro das localidades.
Ao contrário da viagem das buzinas que passa em... vá 20 minutos, o copo d'àgua tem o privilégio de durar até para sempre.
Embora já tenha havido contacto prévio com os restantes convidados logo no início - há alguns casos em que se vai para casa da noiva ou do noivo antes, mas não é sempre, por isso generalizemos para a igreja -só no copo d'àgua é que entendemos que não conhecemos 85% das pessoas. e um casamento não é o melhor sítio para se confraternizar com estranhos, trust me.
Em cada casamento os nomes das mesas mudam. temos sempre uma qualquer imbecilidade como a "mesa coelhinho" , ou a "mesa leite creme" e por aí fora. os temas são infindáveis e podem ir de marcas de cuecas até nomes de canções escolhidas pelos pombinhos. o que interessa é a maneira como são dispostas as pessoas pelas mesas.
A parte bonita disto tudo, é que os organizadores dos casamentos conseguem arranjar maneiras de prem as pessoas agrupadas das formas mais estapafúrdias possível. desconfio que tiram à sorte com papelinhos. já calhei numa mesa com a avó da noiva e acho que tirei uma especialização sobre artroses nesse dia.
Quando somos libertos disto tudo para ir socializar, liberam o buffet, o que é o pandemónio, porque toda a gente sabe que ir a um casamento é bom por encher o pandulho à borla, então formam-se filas intermináveis para comer, como se fossemos todos uns mortos de fome que não tínhamos um prato cheio à frente há semanas.
Parecendo que não todas as actividades anteriores cansam um bocado, e que melhor maneira de repor energias do que comer a comida que tão generosamente nos oferecem?
No entanto de cada vez -CADA VEZ MESMO - que vou a meter um garfo à boca, alguma alminha idiota lembra-se de bater com o bendito talher no copo. e lá tenho eu que parar, porque alguém vai dizer qualquer coisa aborrecida, e os noivos vão meter bolo na boca um do outro e toda a gente vai bater palmas, e o lombinho de porco fica lá no prato a arrefecer enquanto eu sigo o exemplo de toda a gente e bato com a colher no copo para que os noivos dêem um beijo (que nunca é um beijo decente, diga-se de passagem).
Quando vou para me ir embora, completamente rebentado, ligeiramente bêbedo, empanturrado, enjoado de ouvir os noivos a dizerem coisas melosas, dão à saída um saquinho, com uma ementa -porque eu quero uma ementa do que comi, obviamente) uma foto dos noivos antes do casamento - Porque obviamente depois de 6/7 horas a levar com o trombil dos noivos, o que n+os queremos é qualquer coisa que nos recorde deles - e um lindo souvenir completamente inútil.
Pode ser uma embalagem de poutporri um sabonete pra lavar o rabo, uma caneta, o que quer que seja. o que interessa é que tenha estampado algures o nome dos noivos "Mário José e Eduarda Afonsina agradecem a presença" ou qualquer coisa pirosa do género.
E sempre que saio de lá penso que só conheço pessoas aborrecidas. Podia haver um casamento que fosse interrompido a meio por alguma pessoa assim estilo filme piroso de Domingo, mas não. vivem todos felizes para sempre. até ele ficar careca, ela engordar e eles se divorciarem (na pior das hipóteses).
I hate weddings.
October 27, 2011 18:27
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Post sem nome, porque não precisa
Lembro-me com facilidade de vários episódios da minha infância, mas houve um que sempre revi com maior clareza.
Quando tinha 7 anos o meu pai trabalhava num restaurante perto duma villa residencial, e eu ia de vez em quando para lá para o restaurante, porque era amigo dos filhos dos colegas e dos patrões, que deviam ter a mesma idade que eu.
Dava-me particularmente bem com o filho do cozinheiro e a filha do patrão (não me lembro do nome deles, nunca mais os vi desde essa altura, por isso passam a Ser a M. e o F.) , e quando lá ia acabávamos sempre a fazer alguma asneirada.
Uma tarde qualquer, a M. convidou-me para ir para casa dela, e convidou-me em frente ao F. quando estávamos a ir os dois para casa dela, ela disse que não queria que o F fosse porque decidiu nesse dia que não gostava dele, e eu com o meu cérebro de pirralho só consegui tomar uma decisão:
"Se não és amiga do F também não és minha amiga".
Assim, a seco, sem ponderar o peso do que estava a dizer. afinal era perfeitamente legítimo querer que os meus amigos fossem amigos entre si, e a negociação não era o meu forte na altura.
Nesse dia a M acabou por ceder e no fim já éramos todos muito amiguinhos, como deve ser qualquer bando de crianças que se junte por mais de 5 minutos.
Sempre que me lembro por um motivo ou por outro dessa situação dou por mim a sorrir.
Não tenho saudades da M e do F, porque não me lembro de nada deles, naquela altura tinha muita mais informação que recolher do que pessoas que na altura me pareciam ser imutáveis.
Não tenho saudades da época, nem particularmente da idade.
Tenho saudades dos afectos.
Daquela inocência com que saímos todos da fábrica, mas que mais cedo ou mais tarde perdemos ao lidar uns com os outros.
Isto porque na cabeça duma criança nunca cabe a noção de que as pessoas não gostam todas umas das outras, e de que não temos todos que nos dar bem. Não existem compatibilidades, ou assuntos difíceis (esses resolvem-se todos com um "desculpa")
Quando somos crianças, não há limites. conhecemos uma pessoa na rua, e com um bocadinho de trela, somos automaticamente amigos, porque é o que nos faz sentido.
Ou gostamos todos uns dos outros, ou então não gostamos, não existem indiferença na cabeça duma criança.
E quando crescemos apercebemo-nos que a amizade não é a preto e branco, sim ou não. é toda uma gama de cinzentos, que variam de intensidade consoante o sentimento partilhado. Vemos que os amigos não são necessariamente aqueles que concordam sempre connosco e que não são aqueles que se lembram de nós em datas específicas.
E nada disto me choca.
A única coisa que continua a fazer-me impressão, é reparar como quando crescemos, os afectos minguam.
October 27, 2011 14:55
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Parabéns, parabéns!
Parece que foi ontem, mas já faz dois anos.
Lembro-me perfeitamente de estar a falar com uma pessoa com a qual nem me dou de momento (too bad, so sad) .
A dada altura disse "Vou abrir um blog", e lembro-me perfeitamente de ela me ter dito "Ai, conhecendo-te como conheço, dois meses e cansas-te do blog"
Take that in your face bi-otch! 2 anos, e não me vou ficar por aqui.
Para os leitores que não têm blog é um bocadinho difícil explicar, não é como ter um filho (já li esta metáfora algures e achei completamente perturbador o exagero), mas é qualquer coisa bastante satisfatória. É um bocadinho de nós (eu não acredito naquela treta de "Ah e tal eu não sou a mesma pessoa no blog que na vida real". podem não se comportar da mesma maneira, mas alguma coisa têm que ter, ou então têm multiplas personalidades, e é bastante bom ver que 189 pessoas... vá "gostam" de mim.
Nunca pensei chegar aos 100 seguidores, quanto mais passar dos 150!
Como comemoração do marco, resolvi mudar o visual do blog, uma coisa mais simples com menos imagens e coisas para diminuir o loading.
Espero para o ano repetir o post (não literalmente claro) e espero que continuem a ler-me e a gostar aqui do meu cantinho.
Parabéns ao blog, a mim e a vocês, que me estão a ler, porque o blog não faria sentido sem vocês.
(ainda são capazes de receber outro post hoje, fiquem à espera.)
October 25, 2011 18:38
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As bolas do Ricardo
Parecendo que não, tenho-lhes um carinho especial.
Guardo-as numa (okay, em várias) caixinhas, num armário praticamente vazio, e embrulhadas em jornal velho para não se riscarem, amassarem ou partirem.
Limpo-as sempre antes de as usar, e sou capaz de ficar a olhar para elas horas com imenso orgulho e satisfação, porque tenho a certeza que não devem haver umas bolas tão bem cuidadas como as minhas por aí.
Não sou propriamente um maluquinho do natal. não tenho um calendário a contar os dias que faltam, não suspiro de emoção cada vez que oiço "Jingle Bells", Não tenho wallpapers com o pai natal, e não passo mais que 4 dias a fazer as compras de natal.
Mas se há coisa a que não consigo resistir, é decorar a árvore de Natal.
Sou eu quem inspecciona as luzes, escolhe os enfeites e providencia a neve falsa (se me der na cabeça que deve haver neve num pinheiro artificial num quarto andar no Algarve).
O que leva ao meu pequenino vício.
Eu sei que isto é ridículo, mas é uma coisa sistemática.
Todos os anos, por esta mesma altura, começam a surgir por todas as grandes superfícies, decorações de natal para venda.
Não é uma grande novidade, nem é nada inesperado, mas cada vez que poiso os olhos numa qualquer prateleira é como se estivesse a ver a oitava maravilha do mundo.
Não há natal em que eu não compre pelo menos um conjunto de bolas para pôr na árvore, o que nem é muito financeiramente, porque vendo bem as coisas (quase) nunca chego a passar dos cinco euros.
O problema está mesmo no espaço. se há 5 anos atrás cabia tudo num saquito de compras de plástico, de tamanho normal e de fácil acesso, agora tenho na varanda 2 caixas de sapatos e um saco cheios de bolas à espera de serem postas na árvore.
Hoje foi a primeira vez que entrei num supermercado com decorações de natal à venda, e consegui disparar um alarme porque comecei a olhar para o lado em vez de reparar na barreira de segurança à entrada, e já vi uma caixinha de bolas que só não trouxe porque não tinha dinheiro comigo.
... Também, eram só 36 bolinhas, e eram 1 euro e meio pah. era um bom negócio!
... Eu tenho um problema, não tenho?
October 24, 2011 18:15
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O Ricardo não percebe
October 23, 2011 12:35
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Perguntas de Fim de Semana XXXVIII
Porquê?
Já estavam com saudades de uma boa chuvada ou era só eu?
October 21, 2011 17:37
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Porque é que em inglês tudo vira chique?
October 19, 2011 18:39
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A linda história de amor do Ricardo
Deito-me e fecho os olhos, a pensar que é desta que vou ter uma bela noite de repouso com o barulho do trânsito como trilha sonora... mas lá vens tu para cima de mim.
Tento cobrir-me com os lençóis e fingir que estou a dormir, mas não resulta, esgueiras-te sempre para dentro dos meus lençóis e vá de me dar dentadas no pernil.
Eu bem te enxoto, mas por mais que tente não me consigo livrar de ti a soprares-me nos ouvidos e a brincares com a minha paciência.
Por mais que reclame e te diga para te ires embora, não interessa, és persistente e continuas a rondar-me.
Acabo sempre por te dar umas quantas chapadas, mas tu, sacana, safas-te sempre e continuas pela noite fora.
Eu queria que tivéssemos uma relação normal, mas para ti eu só existo à noite, quando tu preferes aproveitar-te de mim...e assim não dá.
Ando cansado e dorido, cheio de marcas dos teus "chupões" pelas pernas, braços e pescoço.
Ontem não dormi nada de jeito, ando com umas olheiras pavorosas e a começar a pensar seriamente em tomar qualquer coisa para dormir, porque hoje cheira-me que vá pelo mesmo caminho.
Estou portanto a terminar a relação contigo. estás a dar cabo de mim e não há volta a dar à coisa.
Nem adianta fazeres como às vezes e trazeres uma amiga para juntar à festa, porque "quanto mais melhor" não serve comigo.
Nem faço ideia de se me lês, mas presumo que sim, por isso faz-me um favor e não voltes a incomodar-me, não me faças recorrer a medidas drásticas.
..Mosquito do caraças!
October 18, 2011 18:33
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Momentos Uáte da Faque III
"O meu nome é Drew e sou um personal trainer. O meu site, www.fit2fat2fit.com, é sobre a minha jornada de ir de fit (em forma) para fat (gordo) de propósito em 6 meses, e mostrar às pessoas como ficar em forma novamente noutros 6 meses"
Este pequeno projecto começou em Maio deste ano, e desde essa altura, Drew deixou de frequentar o ginásio, praticar exercício e deixou-se mergulhar numa alimentação desregrada.
Uma cronista do site Fatfigthertv entrevistou-o em Outubro e abaixo deixo a tradução parcial:
FFTV(FatFighterTV): Como alguém que sempre se manteve em forma, como consegues suportar fazer isto a ti mesmo?
DM(Drew Manning): Tem sido muito duro física, mental e emocionalmente, deixar-me chegar a este ponto. Os primeiros meses foram os mais difíceis, sentia uma certa "ressaca", tal como qualquer outro vício, ficava com inveja das pessoas a correr, a ir ao ginásio e a ficar em forma.
FFTV: Estás preocupado com a tua saúde?
DM: Definitivamente. com uma Pressão arterial de 161/113 é impossível não ficar preocupado.
Não me senti em perigo ainda, mas aunda tenho 4 semanas de programa para seguir. As pessoas dizem-me a toda a hora para parar (...) Quero mostrar às pessoas como uma vida saudável - comparativamente - diminui os factores de risco.
FFTV: Ganhaste mais de 30 quilos desde Maio... como te sentes?
DM: Estou na fase em que me sinto letárgico e desconfortável. Estou definitivamente viciado nestas comidas.(...) Emocionalmente, abalou muito os meus níveis de confiança. Não gosto da maneira como me mostro em público, nada me serve e dobrar-me para cortar as unhas dos pés tornou-se muito difícil.(...)Para ler a entrevista na íntegra (não tem muito mais que isto, mas pronto) cliquem aqui.
E agora vamos ao comentário do Ricardo:
Não seria o máximo se ele agora não conseguisse ficar magro? Já pensaram no golpe à carteira que isso ia ser? É uma coisa perfeitamente normal né? ficar gordo, para depois ficar magro e provar que estar gordo é mau para a saúde, o que é muito mais saudável. acho que vou fazer isso daqui a bocadinho. depois de aprender a fazer a espargata.
October 17, 2011 18:32
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O currículo d'arrasar
October 16, 2011 15:48
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Perguntas de Fim de Semana XXXVII
Gosto dos pequenos acasos da vida.
Fazem-me sentir pequenino, e ao mesmo tempo grande.
E vocês?
October 14, 2011 08:07
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Sobre o Orçamento de Estado
Os que votaram PSD dizem que é compreensível e estamos numa fase complicada,
Os que votaram CDS dizem que está tudo a correr dentro dos conformes da coligação.
Os que votaram no Bloco de esquerda estão a preparar uma manif e a convocar os homens da luta.
Os do partido monárquico estão a lamentar se e a dizer que devia haver um rei, e assim não havia cá estas coisas.
O Ricardo, que votou no PAN (Partido dos Animais e da Natureza) diz com toda a certeza que afinal não era má ideia esse partido ter ganho, já nos estão a tratar abaixo de cão de qualquer das maneiras.
October 13, 2011 18:48
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O egoísmo musical
Talvez seja algum acesso esquizofrénico da minha parte, uma pancada inexplicável, mas a verdade é que eu vejo os meus cantores e bandas favoritas como sendo meus, e gosto que as coisas se mantenham nesse patamar.
É um prazer um bocadinho retorcido quando partilho músicas deles e recebo claro desinteresse por parte da plateia, ou um vago “Ah até não é mau”.
Acho que me devia sentir insultado por não gostarem das músicas que me enchem a cabeça e o coração, mas em vez disso penso sempre com uma satisfação descabida que isso só quer dizer que elas continuam a ser “minhas”.
(é tão verdade que até rimou)
October 11, 2011 18:25
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Como se sentir uma pessoa perfeitamente normal
October 10, 2011 09:43
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Crise No Mas.
October 9, 2011 13:52
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Perguntas de Fim de Semana XXXVI
October 7, 2011 17:34
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Ricardo's Fashion Night Out
- O vintage/retro – Num dia é velho, e de repente no outro estão-se a usar tecidos do género dos que os meus bisavó tinham nas roupas de domingo, e a usar acessórios que deixaram de se usar há praticamente 30 anos e que agora estão na moda de novo. E é exaustivo tentar perceber quando é que deixa de ser velho e passa a retro, e quando passa de retro pra velho novamente. É tudo num piscar de olhos. Acho amoroso ir ver o meu álbum de fotos de quando tinha... 5/6 anos, e reparar que tinha uns óculos de sol do modelo que agora toda a gente usa. E a minha mãe podia vestir a roupa daquela altura agora, que passava muito bem despercebida.
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Skinny Jeans – são como diria a minha Katyzinha6, calças coladinhas ao pacote. E é actualmente uma moda uni-sexo. Quanto mais justinhas melhor, para destacar as pernas raquíticas que tanto se querem. O que há que reter aqui, é que pessoas com um rabo dum tamanho de um autocarro trazem à tona toda a faceta mais negra da função skinny destes jeans.
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Decotes masculinos – jovens camaradas, querem depilar-se, depilem-se. Não querem, não depilem. Agora eu não tenho que levar com os vossos peitos todos à mostra porque decidiram usar camisolas com decotes maiores que os das vossas namoradas. (se toda a gente comenta quando a Rita Pereira mostra o útero pelo decote, acho mais que justo falar disto)
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Os neons – Sinceramente é das poucas tendências que compreendo e até apoio, porque verdade seja dita, povo português, noses somos muito cinzentões, faz falta um bocadinho de vida. Acho que deviam era trazer uma espécie de manual de instruções com a roupa, uma lista de combinações mais ou menos coerentes, porque parece que muitas pessoas que comprar cores vivas sofrem de daltonismo agudo. Uma dica? Laranja não liga muito bem com verde alface, dá todo um ar de abóbora com perdas. Sim, há quem use.
- Quadrados – Ora bem, eu como a maioria das pessoas que não têm um bolso muito recheado (o meu está recheado, de ar) o que limita ainda mais a escolha de lojas para ir Às compras. O que é interessante é que todos os anos há algum padrão que está em TODAS as peças de roupa. Este ano são os quadrados sobrepostos (aqueles estilo riscos). Não vejo o fascínio. Não percebo porque é que é basicamente impossível apanhar roupa que não tenha quadrados e não pareça apta para usar num lar de terceira idade.
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Geeky charm – por algum motivo que desconheço completamente, dum dia para o outro toda a gente ficou obstinada em usar óculos à la marrão. Acho que toda a gente pensa que metendo uns óculos de massa de tataruga- daqueles que ainda há dois anos atrás ninguém punha na cara nem sob ultimato – fica automaticamente bonita. O problema é que não. Só uma pequena percentagem de pessoas é que consegue usá-los sem parecer que roubou os óculos do avô.
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Estampados de animais – Uma coisa que ouvi dizer que agora está in e que não consigo compreender porquê. Parece que dizem por aí que dá um ar étnico. Claro, andar com um micro vestido de tigresse faz com que qualquer uma tenha um ar étnico, da etnia pêga. Um estampado de zebra não vos faz parecer elegantes, tal como um de leopardo não vos faz parecer graciosa. Isso só funciona com os animais. As pessoas ficam a parecer ursas em qualquer uma das opções.








Agora regressando ao tópico, chega esta altura do mês e vemos por aí uma tonelada de Halloween parties. Até tem a sua piada, com os concursos de máscaras mais originais com prémios, entre outras coisas, pronto para quem quiser até deve ser divertido.