December 16, 2010 17:45
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Atitudes modernas - pt.III

December 15, 2010 04:49
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Day off
December 14, 2010 16:46
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O Ricardo e as Dietas
E quase tive uma síncope.
Embora não seja fanático pelo peso, dispenso ficar gordo.
Sim, G-O-R-D-O.
Nem me venham cá com coisas de belezas interiores e auto-estima e blablabla que mesmo havendo muita gente gordinha que é efectivamente gira e se sente bem com a sua imagem, dispenso completamente juntar-me às fileiras.
Como não tenho ainda a coragem necessária para me meter num ginásio, e deixar de comer não me parece uma opção muito viável, resta-me fazer uma dieta.
As minhas dietas são muito simples.
É só deixar de comer doces.
E molhos.
E fritos.
… Ok não são assim tão simples, visto que eu sou guloso como o raio.
Aliás fazer uma dieta é tudo menos simples.
Pelo menos uma dieta de corte do que quer que seja.
Uma dieta divide-se em 7 fases.
- A fase da tentação constante – Quando se começa uma dieta, é incrível como se passa muito mais vezes no supermercado pelo corredor que contém aquilo que não se pode comer do que numa ocasião normal. No meu caso, passo 50 vezes no corredor dos chocolates mesmo que vá comprar uma lata de atum e farinha de milho. Já me aconteceu ficar lá tanto tempo que aparece uma empregada a perguntar “precisa de ajuda?”
- A fase da ressaca – A saudade é tanta que se olha mais fixamente para alguém que esteja a comer algo que não se pode comer do que o socialmente aceitável. Há uns anos fiz a mim mesmo a promessa que não ia comer chocolates até ao natal. Estávamos a meio de Outubro. Os meus amiguinhos todos aproveitaram para enfardar chocolate como se não houvesse amanhã. E eu fazia o maior olho gordo possível quando os via a comer. Mesmo assim consegui ficar esses quase dois meses sem tocar em chocolates (e em porcarias no geral)
- A fase da nostalgia – começa a pensar-se no que se comiam dantes. No quão delicioso era aquele Big Mac a nadar em molho, e as batatas fritas gordurosas. Ou na delicia que é um sundae de chocolate. E ficam as saudades, que podem levar a uma recaída.
- A recaída – Sim. TODA a dieta tem a sua recaída. Acontece numa fase em que se está completamente seguro da ideia de não comer o que não se pode. Afinal é para o nosso próprio bem… não é? O problema é que nessa fase, acontece sempre sermos postos á prova. E aparece alguma coisa que não se devia comer mas vem logo à cabeça um “é só desta vez” e pronto.
- A fase da culpa – Depois da recaída penalizamo-nos, pelo menos psicologicamente. Andamos extra rigorosos connosco mesmos depois da recaída, sentimo-nos mal por termos tido pouca força de vontade E achamos que se nos esforçarmos mais, não faz mal. Isto dura muito pouco tempo.
- A fase da rebarba – Quando menos se espera, começam a surgir de todos os lados as coisas que não se podem comer. É basicamente tudo psicológico, uma impressão, mas dá a sensação que as coisas “proibidas” se multiplicam nos armários. Da última vez que fiz uma dieta sem doces, apareceram 3 caixas de rebuçados, um pacote de bolachas e umas quantas tabletes de chocolate. Ia dando em maluco.
- O fim da dieta – A dieta dura até a pessoa sentir a necessidade de a continuar a seguir. Não é o correcto, mas é assim que se processa. Mal o objectivo primário é atingido, 90% das pessoas não querem saber do “manter” e cortam radicalmente com o sacrifico.
Durante a minha parca vidinha, já me deparei com milhentas dietas “milagrosas”.
Todas prometem o mesmo, resultados muito rápidos e eficazes.
A dieta das sopas, a dieta dos líquidos (tive uma professora, que mesmo sendo uma querida era uma idiota, e resolveu fazer esta dieta com chocolate liquido, gelado derretido, leite com chocolate, e por aí. Engordou meia dúzia de quilos xD), a dieta da carne, a dieta do frango, a dieta do marisco, a famosa dieta das saladinhas… e por aí.
E as pessoas acreditam sempre para a minha grande surpresa em tudo.
Se agora se espalha a noticia que comendo caroços de maçã se perde peso, é o novo furor instantâneo.
O que eu sei é que a única dieta que acaba por não fazer bem é a que evita os excessos, do que quer que seja.
Já estou a ver depois do natal que vou outra vez passar por estas fases todas, para regressar ao meu peso do costume, o peso ideal.
É mais uma questão de saúde do que de vaidade.
Até lá é enfardar mesmo.
Nota: O autor acha muito mal que se obrigue implicitamente as pessoas a serem magricelas e escanzeladas. O que não o impede de querer ficar num meio termo.
E vocês?
Sentiram sequer necessidade de o fazer alguma vez?
Conhecem muitas dietas estapafúrdias? Exemplifiquem.
O que acham que leva as pessoas a acreditar cegamente nelas?
Partilhem um episódio engraçado de época de dieta aqui na caixa de comentários, ou alguma coisa relacionada com o tema.
December 13, 2010 11:53
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Guerra dos Sexos
E depois vêm as generalizações aos molhos.
Que os homens só pensam em sexo, que as mulheres são mais materialistas, que os homens são insensíveis e que as mulheres tendem a ter reacções exageradas… e a lista continua e continua e continua.
Isto meus amigos, é a Guerra dos sexos.
Estamos programados a aceitá-la como uma coisa normal, os homens criticam as mulheres e as mulheres criticam os homens, como tentativa de superiorização do seu respectivo género sexual.
Mas não consigo achar a guerra dos sexos uma coisa minimamente útil.
Há uma grande tendência por parte das mulheres de caracterizar os homens num geral como broncos indiferentes manipuláveis e com a cabeça presa em sexo.
Tal como há a tendência dos homens de verem nas mulheres seres mais frágeis emocionalmente, carentes e complicadas.
E eu não gosto da linearização de um género só porque sim.
Não entendo onde é que está o gozo de dizer que as mulheres conduzem mal, e que os homens só estão realizados a ver a bola com um pacote de tremoço e a “jola” na mão.
Tenho amigas que percebem mil vezes mais de futebol que eu (que sei a ideia básica de se correr atrás duma bola e de meter a bola numa baliza e chega), e na minha primeira aula de condução ia atropelando a mulher do lixo. Também tenho amigas que não sabem conjugar a roupa e amigas que fazem melhor bricolage e construção com uma mão atrás das costas do que o meu pai com as duas mãos desatadas.
Acho que há muito uma ideia errada do outro sexo vinda de ambos os lados.
Se eu agora fizesse aqui um post a dizer “homem sofre” (mesmo que no gozo) era logo milhentos comments a dizer “experimenta ter o período, ou ter um filho, ou não sei que” como quem diz “nós as gajas é que sofremos. Vós jovens tem a vida muito facilitada” mas se fizesse um post a dizer “coitadinhas das mulheres que sofrem imenso porque andam de stilletos e mini-saia” era logo uma data de comentários a apoiar e bater palmas.
As mulheres não sabem o que é ser homem, bem como os homens não sabem o que é ser mulher, por isso toda aquela história de se dizer que é mais fácil para uns do que para outros, é muito bonita, mas nunca podem afirmar com total certeza por nunca terem estado dos dois lados da barricada.
Há 50 anos atrás havia sim senhora muita discriminação contra as mulheres.
Mas hoje em dia o argumento do machismo e do pseudo feminismo (que aparece só em alturas de necessidade) já não se aplica tão bem, aliás acho que até é na maior parte do mundo muito descabido.
Qual é a necessidade de criticar o outro sexo?
Provar a Superioridade?
Nunca percebi bem qual é a utilidade de se provar que os homens são superiores às mulheres em determinados campos, ou viceversa?
Pelo menos a mim não me traz felicidade nenhuma em qualquer dos casos...
Aliás, isto irrita-me como tudo.
Já devo ter dito uma meia dúzia de vezes que odeio sexismos, e mantenho a opinião.
É o mesmo que tentar comparar caldo de peixe e caldo de galinha.
São muito parecidos mas sabem a coisas (neste caso funcionam de maneiras) diferentes.
Agora deixo a bola nas vossas mãos:
Quando é que acham que as batalhas de sexos se despoletam com maior facilidade?
Já alguma vez se depararam com o sexismo instantâneo (Aquele feminismo e machismo que aparece para justificar qualquer coisa quando escasseiam os argumentos)?
Qual é a utilidade da guerra dos sexos?
E a sua origem?
Já alguma vez se tentaram por na cabeça de um homem/uma mulher, de uma forma não depreciativa, tentando perceber o mundo como ele/ela?
Às leitoras, acham que a vossa vida seria mais descomplicada ou melhor de algum modo se tivessem nascido homens? E aos leitores o mesmo só trocam no fim o sexo xD.
Alguma coisa a acrescentar?
Comentem, que eu vou responder aos comentários de fim de semana.
December 12, 2010 16:38
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As subtilezas do msn Pt.III
- Disponível/Online – Supostamente com este estado
“posto” estamos prontos para ter uma qualquer conversa, não estamos com nada em mãos. - Ausente/away – Este aparece por predefinição se ficarmos muito tempo sem mexer no msn, o que deixa a “mensagem” ao msn de que não estamos no pc. Para todo o caso deixa a ideia que podemos não responder tão cedo...supostamente.
- Ocupado/Busy – Se pusermos um programa a correr em fullscreen, o msn adopta este estado. Como o nome indica, estamos – supostamente - a fazer qualquer coisa e não vamos responder.
- Offline/Invisível - não estamos no msn - supostamente - logo. Não é possível manter uma conversação.
Maaaas… têm ali aqueles “supostamente” por alguma razão.
É que por mais simples que possa parecer, isto não se processa assim.
Para começar, temos mais 3 estados que não aprecem na lista:
- O “anti-social” – As pessoas ficam offline para não falar com a maioria das pessoas na lista de contactos. Já toda a gente (eu incluído) usou este estado
- O “Eu sou uma pessoa extremamente atarefada” – As pessoas põe-se como ocupadas, mas não estão a fazer nada. É uma espécie de “do not disturb” subliinar.
- O “Anzol” – As pessoas põem-se online, mas quando falamos com elas estão a fazer alguma coisa. Logo não estão disponíveis. Logo é um engodo.
Vamos lá a raciocinar.
Vejamos isto por um prisma muito linear.
Se eu estou a lavar o chão da varanda, para que é que vou estar no msn?
Para aumentar um bocadito a factura da luz?
Vocês quando estudam usam o msn como auxiliar?
É que não foi nem uma nem dez vezes que eu falei com pessoas que estão on e recebo um “estou a estudar”, e se calhar sou eu que sou um grande anormal, mas quando estou no msn o
Se não quero falar com ninguém no msn, não vou para o msn, ou pelo menos ponho me off.
É quase a mesma coisa que mandares um sms a alguém a dizer “oi, tudo bem” e depois dizer “agora não me apetece falar” se não querem falar, nem apareçam.
Uma auto-mensagem é uma frase que escolhemos para aparecer nas nossas conversaçõs quando não estamos no msn parra responder. E repete, e repete… e repete.
E é a coisa que mais me irrita (e confesso que já usei auto-mensagens só pra irritar uma ou outra pessoa, assim em tom de brincadeira, né Sarinha?) porque é basicamente estar ali a falar para o boneco.
Online e offline.
Se estamos online é porque vamos estar a falar e a usar o msn como deve ser.
Se não é o caso, nem o ligamos, poupamos tempo a responder que estamos brutalmente ocupados com o que quer que seja.
December 11, 2010 13:51
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A minha experiencia sexual com um cão (relato verídico, muito à moda revista Maria)
*pianada romântica*
Até conhecer o Lupi.
O Lupi era um arraçado de Poodle com uma bola de cotão, com uns cachinhos adoráveis, as pernas bambas e um bafo estranho.
O Lupi sempre gostou muito de mim, o que até roçava o desconfortável, porque era eu aparecer lá por casa, e ver uma bolinha branca encardida a correr na minha direcção.
E vivemos este clima de flertes, ganidos e olhos pedinchões até aquele fatídico dia.
Ainda me lembro como se fosse hoje.
O Lupi chegou se a mim e encostou-se à minha perna suavemente, e eu deixei o estar e fiz lhe uma ou duas festinhas… e de repente ele começou a tremer.
“Filipa, o Lupi está a ter convulsões”.
Eu sei, sou tão ingénuo que até dá dó… ingénuo é uma palavra tão mais gira que estupidamente idiota não é?
Depois de ser gozado quase até à morte (nem sei muito bem porquê. os cães também podem ter enfartos fulminantes... ou ataques epilépticos ou assim) , explicaram-me que o Lupi estava a… vá a… fazer amor com a minha perna.
Sem pelo menos três encontros e uns quantos elogios.
Sem um “Let’s Get Physical” nem nada.
Foi só encostar-se e arrear na minha perna como se não houvesse amanhã.
Como se não bastasse, depois de me “desflorar” fugiu de casa (mais ou menos um mês depois) e nunca mais se soube nada dele.
Nem mandou uma carta, nem me pagou o psicólogo pelos danos que me fez… nem me comprou umas calças novas.
É o que eu digo.
Os cães são todos iguais.

December 10, 2010 16:27
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O universo de Dor contido numa caixa da movilflor
A sério.
Mas como eu sou uma
O dia de bricolage hoje durou 10 horinhas mais coisa menos coisa.
De fácil montagem:
Pais descarregam a mesa dent
Ricardo abre a caixa e tem uma síncope quando vê as 555 peças sem contar com os parafusos e as porcas, e com a lixa para melhorar o polimento lateral.
Ou seja, a mesa rainha Sofia só fica montada 5 horas depois. Mesmo que na embalagem diga que demora 10 minutos a montar.É adorável como em vez de simplificarem, eles parecem fazer as instruções difíceis de propósito para despertarem o psicopata dentro de mim.
Ele são peças B1 B2 B3 B
“ISSO NÃO É ASSIM”
Os meus pais são as duas criaturas mais prestáveis que existem à face do planeta. Principalmente quando eu quero que me desamparem a loja.
Depois do choque de organizar as peças todas da mesa rainha Sofia, começo a montar como diz nas instruções. Mal encaixo duas peças lá aparece um deles a berrar comigo porque estou a montar aquilo tudo mal e a querer rectificar.
Depois de montes de berros e insult
Organização, organização, organização.
E o meu pai tem 6 caixas de ferramentas nesta linda figura. O que deveria ser um simples “passa-me a chave de fendas” torna-se num capítulo alternativo das crónicas de nárnia (tipo que eles vão dar a nárnia por abrir o armário), em que descobrimos tudo e mais alguma coisa, desde pastilhas, a preservativos velhos (true story) ou palminhas de sapato.
E quando estamos quase a arrancar os cabelos de frustração, a m*rd@ da chave de fendas aparece do nada.
“Onde é que estááááá…”
Momentos Zen
Aguento muuuuito bem as coisas, mas para tal tenho que fazer a minha terapia auto prescrita.
Eu sei que sou uma pessoa horrível, mas dependendo do dia – porque há dias em que a minha mãe está insuportável, e outros em que é o meu pai. E outros em que são os dois - imagino que em vez de estar a aparafusar uma porca estou a sufocar a minha mãe com a chave-inglesa, e em vez de martelar o prego imagino que é o meu pai. Parece muito cruel, mas ajuda a não efectuar mesmo as acções.
Por fim, a mesa está montada. Eu esfolei-me a montar aquilo, martelei um dedo e tive quebra de tensão desmaiando e batendo com a testa no pé da mesa. Estou todo partido, mas mal me sento no sofá só oiço:
“Ai estou super cansado/a”
No fim do dia de bricolage, acabamos os três de trombas, cansados, mas com uma maravilhosa mesa rainha Sofia com rebicoques vermelhos e um aileron central no centro da sala de jantar.
December 9, 2010 12:53
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Sindroma Parasitário, ou vulgo lambe-botismo
É do Dexter (vaiam lá leri, que vale a pena o blog), mas eu achei tanta piada a “lambe-botismo” que resolvi utilizar no titulo.
Espero que ele não me meta um processo em cima (ainda pra mais é advogado e tá dentro da lei e não sei quê) que isto com a crise não me apetece responder a um processo.
Bem, mas voltemos ao assunto do post
_________________________________________________________________________
Numa análise muito concreta, podemos chegar a um acordo comum de que o Mundo gira em torno do poder.
Podem pensar que é do dinheiro, da fama, ou de outra coisa qualquer, mas todas essas coisas, e
Há vários tipos de poder, dependendo do campo em que nos encontramos.
Por exemplo, aposto que no vosso grupo de amigos mais próximos, há sempre alguém com maior predisposição para tomar as decisões, ou para influenciar as vossas, estilo a que restaurante vão, o que vão fazer sábado à noite, que filme devem ir ver… e não se importam com isso porque é natural que assim seja.
Geralmente essas pessoas são as que têm mais poder.
E onde há poder, há os lambe botas, ou minions como eu gosto de lhes chamar.

O “Lambe-botismo” é uma relação parasitária entre o minion e o “mestre” (a pessoa de poder). Enquanto houver esperança no minion de lucrar com a proximidade com o seu mestre, ele mantém-se lá firme e forte. Mal vê o seu objectivo alcançado, ou o poder da pessoa a quem se acoplou evaporado, o minion parte para outra.
- O minion desfaz-se em mil para agradar o seu mestre – tendo como objectivo de vida entrar no circulo social de alguém com poder - quiçá tornar-se alguém com poder, ou obter algo que conseguem só através dessa pessoa – o minion é a pessoa mais prestável e doce possível. Faz as vontadinhas todas em prol de um bem maior. O seu.
- Os minions são bastante bons a concordar – desde que seja com o “mestre” e em público de preferência. Não interessam as suas convicções pessoais ou os seus valores, o que interessa na altura é não ficar mal visto pelo “mestre”.
- Um minion só existe para nos atormentar, enquanto tivermos algo que lhe interesse - a partir do momento em que perdemos o tal “poder” e a influência de que o minion precisa, passamos a não valer nada para ele, e ele caga pra nós e vai atrás de outra pessoa que tenha poder suficiente.
- Os minions são criaturas de hábitos – quando vemos um lambe-botas em acção uma única vez, é o suficiente para se saber como ele funciona sempre. O procedimento é sempre exactamente o mesmo. Só muda o alvo.
- Os minions são no fundo umas vitimazinhas – mal existe a tal perca do poder dessa pessoa que os minions “idolatram” eles revelam o quanto sofreram nas mãso dessa pessoa. O quão explorador e inconveniente e por aí fora era. São até capazes de dar uma bela lagrimazinha de crocodilo.
December 8, 2010 10:51
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Atitudes modernas - pt.II
Toda a gente tem uma noção pré adquirida, que desperta mal se entra na puberdade:O sexo vende.
É por causa disso que surgem fenómenos como as slutbands, ou os actores que aceitam papeis em que mostram os abdominais 90% do tempo em que aparecem no filme.
Estando nós actualmente no século XXI, acho perfeitamente normal que se naturalize o sexo, não o mostrando como um bicho-de-sete-cabeças (a não ser que seja numa orgia… piada mais porca esta xD) até acho mal aquela história da cegonha, e da florzinha que o papá plantou no jardim da mamã.
O sexo é, hoje em dia, uma coisa banal.
Banal como lavar os dentes ou comprar um par de Jeans.
Não tanto falo do sexo como assunto, é mais do sexo como prática.
Sim, porque hoje em dia a experiência sexual (ou a capacidade de gabalorice sobre a mesma) é um factor de peso na vida social de qualquer um.
Nas gerações mais novas principalmente (agora eu sei que parecia um velho).
Eu tenho 21 anos.
Quando tinha para aí 14, o sexo era uma integrante em filmes, videoclips música, livros ou whatever.
Mas era incluído sempre com aquela ideia de que o sexo só aconteceria se houvesse uma qualquer conexão sentimental muito forte entre as duas pessoas, caso contrário era depreciado.
Para começar, cada vez mais se marginalizam as pessoas que não têm experiencia sexual (vulgos virgens).
E isso leva a que muitos jovens com medo da rejeição mintam para se sentirem integrados, tudo porque se arriscam a levar com a pressão dos amigos e conhecidos a ter sexo só porque sim. Porque tem que se ter sexo o mais cedo possível, porque é o mais certo na sociedade moderna.
Não sei muito bem quando é que já foi assim, se calhar porque ainda sou novo (20 anos quase, sem riscos na pintura, e com poucos acidentes, motor de origem, e revisões todas feitas xD) e verdade seja dita, o sexo só começou a existir oficialmente para mim prai aos 13 anos (como assunto, não como prática), até lá eram assim um borrão difuso de conversas proibidas e ideias erradas estilo engravidar por dar um beijo.
Claro que os homens têm naturalmente maior tendência para o exagero, nem estou a por isso em causa, mas lá por o terem, hoje em dia já não há aquela diferença abismal dos homens só falarem sobre sexo e as mulheres serem mais pudicas relativamente ao assunto.
Porque já vi por aí muita mulher que fala muito mais de sexo que os supostos “garanhões de língua” (que só o são a falar, que vai-se a ver no fim só foram pra cama com a direita, a esquerda, um frasco de nívea e uma revista erótica.), e para as quais se torna quase uma obsessão provar que são um autêntico corrimão dos bombeiros – em que toda a gente já pôs a mão - talvez porque isso traga uma espécie de autoconfiança que uma vida mais recatada não traga.
O que interessa é a quantidade.
Desde sempre que existiram as one night stands.
Mas hoje em dia são uma coisa que deixou o foro íntimo, deixaram de ser pessoais e intransmissíveis. As pessoas já não se importam de dizer que foram para a cama com alguém que nunca viram na vida e muito provavelmente nunca mais hão-de ver, fizeram o serviço e se vieram embora.
E não acho esta tendência de todo benéfica.
Porque se perde a verdadeira razão para o sexo acontecer (preparem-se para uma das frases mais lamechas – senão a mais lamechas - da historia deste blog) que é a ligação entre duas pessoas, não só a nível físico, mas também a nível espiritual.
Não defendo aquela ideia de esperar até ao casamento (nem sou grande apologista do casamento, mas isso é outra historia) se estiverem ambos de acordo e não sei quê, mas acho um bocadinho triste o sexo ser encarado como uma coisa sem importância.
Uma coisa que se usa como mérito social para causar boa impressão ao que nos rodeiam.
Resumindo:
O sexo é como um donut.
Há quem goste mais, e há quem goste menos de donuts.
Toda a gente já ouviu pelo menos falar de donuts.
Se falarmos muito de donuts ficamos com vontade de provar.
Provamos quando nos apetece provar, porque nos apetece provar, não porque nos dizem que temos que provar, senão ficamos mal vistos.
Depois tiramos as conclusões.
Simples é bastante bom.
Mas quando se come com cobertura é melhor.
E a cobertura é o extra que lhe damos quando fazemos sexo com amor (aaawwwn)
(sim adivinharam, estou a comer um donut xD).
Coisa mai linda esta metáfora.
December 7, 2010 12:55
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Desafio de Natal (aberto a toda a gente)
rmmr111@gmail.com
December 6, 2010 10:05
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Noção do Ridículo: Recomenda-se e é bonito
Bem… eu podia agora dizer que esta jovena com cara de atrasadeca mental não as deve apertar todas, e que é por estas e por outras que o acesso a webcams e microfones (e youtube) devia ser só um bocadinho restrito.
Mas como eu sou uma pessoa muito querida não vou dizer nada disso, remetendo-me ao silêncio.
…ou não.
É assim, eu nem duvido nada que ela goste muito de cantar.
Nem critico isso, é lá com ela.
Também não duvido nada que se divirta imenso a fazê-lo…
Mas ou:
a) Ela tem os ouvidos afinados numa frequência diferente da do comum mortal, o que lhe dá a noção que canta tão bem como um rouxinol, e por isso pensa ter todos os requisitos necessários para postar na net uma centena de vídeos a cantar (não estou a exagerarr, ela tem mesmo centenas de vídeos a… cantar?)
b) É ligeiramente lesada e apercebe-se que canta imensamente mal, mas de qualquer maneira mete os vídeos no youtube porque pensa que mais ninguém há de reparar
c) É simplesmente masoquista porque sabe que vai receber montes de comentários a gozar com ela.
Isto tudo para quê?
Porque o mais provável é que a jovena não tenha nenhum daqueles problemas referidos acima.
O problema mais provável dela, é a falta de noção do ridículo (FNR para abreviar).
É uma coisa que eu tenho vindo a reparar cada vez mais.
Muitas pessoas simplesmente fazem as coisas mais ridículas e usam como desculpa aquela história para boi dormir de “se te sentires bem contigo próprio, nada mais importa”.
Isso é tudo muito bonito e muito verdade, mas tal como tudo na vida tem limites.
O que eu sei é que independentemente de nos sentirmos ou não bem a fazer qualquer coisa, temos que pensar também nas repercussões das nossas acções.
Depois podemos sentir-nos mal connosco mesmos por termos feito figurinhas, para além da mancha social que isso deixa no fim xD.
Fazer o que se quer é bom, mas temos que saber filtrar e adequar os nossos impulsos com o meio e as nossas capacidades.
Por exemplo:
Nunca tiveram uma amiga feia como um bode, que se pintava toda e era toda assanhada? Podia perfeitamente sofrer de FNR.
Ou aquelas pessoas que tem uma banda. Aliás uma pseudo banda, mas que cantam mal como o caraças, e mesmo assim gravam demos e não percebem porque é que não singram no mundo da música?
Tenho a certeza que se se lembrarem de pessoas assim, vão pensar automaticamente “que ridículas”
E depois – para meu deleite - as pessoas com FNR ficam extremamente indignadas quando são gozadas.
Pegando num tema recorrente, A Dama de cinzas fez há umas semanas um post sobre bullying (bastante tocante diga-se de passagem), e muitas pessoas com FNR quando são avacalhadas por andarem a fazer figuras tristes, dizem que são vítimas de bullying.
Nada a ver.
Isto até me irrita, porque no meio destas pessoas todas que fazem figuras tristes porque querem e se sentem ofendidas quando lhes apontam o dedo, deixam passar às vezes os verdadeiros casos de Bullying.
O Bullying raramente tem um motivo específico para acontecer a A B ou C.
Mas estas avantesmas com FNR dão os motivos todos para serem gozadas numa bandejinha de prata com folhinhas de hortelã a enfeitar as bordas.
E eu já tentei perceber o porquê desta ascensão exponencial do problema… ou mesmo o porque do problema… mas por mais que moa a mioleira não entendo.
E vocês?
Conhecem muitas pessoas sem noção do ridículo?
Qual é o tipo de pessoas sem noção do ridículo que mais vos irrita?
O que acham que causa isto?
Alguma ideia para uma causa?
Ou de como se combate?
Comentem!
December 4, 2010 19:49
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Atitudes modernas - pt.I

Ou pelo menos diz-se que sim.
Porque fica bem uma pessoa ser liberalista ao máximo, porque uma pessoa sem preconceitos está “in”.
E isto faz-me uma confusão desmesurada.
Eu que sou uma pessoa muito liberal não tenho lata de dizer que aceito tudo, porque há coisas que me fazem certa estranheza.
Não vou dizer que acho perfeitamente normal que haja um nicho cada vez maior de pessoas que pegam, fazem implantes dentários caríssimos e se reúnem em clubes exclusivos para beber sangue e dizer que são vampiros, porque por mais que ache que cada um tem a sua liberdade, acho isso uma idiotice imensa.
Não vou dizer que não me importava de ter um filho com sindroma de Down, porque é uma coisa que está no meu top ten de pesadelos.
Nem consigo dizer que crianças com essa doença são crianças completamente normais, só pelo simples facto de não serem (têm uma sindroma, logo não está tudo bem).
De terem problemas a vários níveis reconhecidos em vários campos.
Podem levar uma vida normal, mas não são crianças normais (não me batam, e não estou a gozar com ninguém com este problema, é mesmo uma interpretação duma situação).
Isto só a título de exemplo.
E hoje em dia a pseudo aceitação está em todo o lado.
Metem nas novelas, nos filmes em séries livros e o que mais vos ocorra, que se deve aceitar tudo.
E as pessoas começam a reproduzir essas palavras só porque sim.
Porque acham que se se diz que deve ser, é porque fica bem.
Aqui o que me incomoda não é o preconceito porque TODO e qualquer ser humano tem preconceitos (na medida que preconceitos vêm de conceito pré concebido, e que todos nos os temos).
Vamos usar um exemplo muitíssimo recorrente.
Temos a B.
A B é uma rapariga bastante popular e bonita, que tem uma data de amigos, todos muito liberais, com aquelas declarações a tender pró nojentinhas “és perfeita como és e blablabla”O que eles não sabem é que a B tem um segredo.e com a conversa do costume de que gostam dela independentemente de como ela seja, ela certo dia acorda e resolve dizer aos amigos que é lésbica.
Aposto com vocês o que quiserem, que 80% dos amigos dela se vão afastar.
Porque não a aceitarão como lésbica.
E eu conheço uma montanha de B’s sejam elas ou eles, e faz-me confusão.
Quem usa a orientação sexual usa por exemplo a gravidez adolescente.
Faz-me confusão aquelas pirralhas de 14/15 anos que antes de engravidar são muito amiguinhas, e andam todas coladinhas, e mal aparece a barriga é como se tivessem a lepra, afasta-se tudo (e nem me venham com a conversa dos pais proibirem, porque isso não influencia nada os miúdos em questões de amizades)
Porque todas aquelas balelas de aceitação só resultam enquanto não há o que aceitar.
A partir do momento em que tem que se lidar com a diferença as pessoas mostram realmente se conseguem ou não aceitar.
No fim de contas o cerne da questão - e uma das coisas que me faz mais confusão nesta coisa toda (para alem da dissimulação de opiniões em prole das aparências) - é que é necessário que haja preconceito para o mundo andar para a frente, logo se toda a gente aceitar tudo, estagnamos de certa forma.
Porque para lá dos gostos e das crenças, as nossas aceitações (e graus de capacidade de aceitação) variam de pessoa para pessoa, porque é na diferença que encontramos o equilíbrio, e porque sem preconceitos, a palavra aceitação nem existiria provavelmente.
December 3, 2010 16:24
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O Facebook e as vicissitudes do "like"
No meio de diversas novidades inúteis, veio o “like”.
Mudem o vosso estado civil no facebook, não interessa para o que seja.
E se pudessem criar alguma coisa do género de um like ou dislike, o que fariam?
PS: Lembram-se do Lee?
December 2, 2010 13:41
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O Natal é quando um Homem quiser... e se um cão quiser, já não é natal?

November 30, 2010 12:35
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Vómito de palavras
O vómito de palavras (VP) poderia caracterizar-se como uma espécie de projecção astral muito á frente.Mas neste caso, em vez de saírem do vosso próprio corpo para… sei lá ir correr o mundo a voar por entre as nuvens, ou ajudar a resolver um triplo homicídio, ou procurar um tesouro enterrado se usar pás… limitam-se a ver-vos a vocês próprios… a dizer exactamente o que não deviam dizer… a quem não deviam dizê-lo. E infelizmente nesta altura as cordas vocais têm vida própria, e só se conseguem calar depois de dizer tudo.
- Como funciona?:
Em termos de leigo, um aneurisma é uma coisa que se forma no cérebro (acho que é um coágulo ou assim, querem mais detalhes, Google it) e que incha, e depois pode rebentar.
E se rebentar é mau.
O vómito de palavras é exactamente o mesmo.
Uma minúscula bolha de pensamentos forma-se a dada altura de uma interacção social (uma conversa uma discussão, um debate whatever).
Mas é um pensamento que por algum motivo não deve ser partilhado (ou pelo menos não com o interlocutor actual).
Esse pensamento fica portanto preso naquela pequena bolha.
E os outros assuntos desenvolvem-se.
Por algum motivo no entanto, em caso de vómito de palavras, essa bolha de pensamento vai inchando, e inchando, e inchando.
E quanto mais incha mais difícil nos é afastarmos esse pensamento da cabeça, e das cordas vocais.
E depois, sem qualquer espécie de aviso, a bolha em que aprisionamos esse pensamento rebenta, e quando damos por ela estamos a ter um violento ataque de vómito de palavras, capazes apenas de pensar “Oh Porra, outra vez”.
- Porquê a miiiiim?
Pode ser um segredo vosso. Uma surpresa que estão a morrer por revelar, ou apenas alguma coisa desagradável que por senso comum simplesmente não se diz. O que interessa é que existe sempre um reactor que despoleta o VP. Ninguém é imune a criar um reactor.
Sintomas possíveis antes de um ataque:
- Como prevenir?
- Sintomas pré V.P.
Impaciência a meio da conversa – quando se está prestes a ter um ataque de VP, olha-se imenso para o relógio, tamborilam-se mais os dedos na mesa, olha-se para ambos os lados. É uma espécie de aviso subliminar fisiológico para se mudar de tema de conversa antes que seja tarde demais.
Falta de concentração total na conversa – um mecanismo psicológico de autodefesa. Prestamos menos atenção ao que nos dizem, ficamos mais aéreos, talvez para evitar que o reactor… reaja xD.
- Sintomas durante o VP
- Há Cura?
Para ajudar à festa, eu – não me faltava mais nada - sofro de vómito de palavras agudo.
E porque é que é agudo?
Porque não tenho nenhum daqueles sintomas descritos acima, e porque me acontece mais vezes e de forma mais intensa que o regular joe.
O que faz estas situações:
Cenário: porta do cinema.
Amiga 1 : Oi
Eu : Oi… quem é aquele idiota com cara de atrasado mental a olhar fixamente praqui?
* Silêncio constrangedor *
Amiga 1 : É o meu namorado
* Silêncio ainda mais constrangedor *
E vocês? Sofrem de Vómito de palavras muitas vezes?
Qual foi a situação mais engraçada de VP que vos aconteceu?
Alguma ideia de uma cura?
November 29, 2010 07:52
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Abanai o Rabiosque, vendei uns cdzicos...Mai Gode, meti a Ana Malhoa num post.
a partir desse momento foi possível associar imagens às musicas, sob a forma de vídeo.
Nos anos oitenta, com o nascimento da MTV, o seu enaltecer foi evidente, e a importância do videoclip foi reforçada, qualquer musica que interessasse tinha que ter um videoclip que prendesse a retina.
Nos anos 000 (é só para ser bem claro que foi mais a partir de 2000) nasceu graças aos videoclips um novo fenómeno musical.
Mas não sou cego, e sei perfeitamente que elas existem cada vez em maior quantidade... e falar mal não mata ninguem. pelo contrário xD
Estou a falar das SlutBands.
Nas slutbands o que interessa referir não é propriamente a música.
O que importa referir é a maneira como elas vendem o peixe (neste caso a música)
Vou tentar explicar isto de maneira resumida:
O Objectivo pretendido: Uma girlsband de raparigas jeitosas que mostrem a imagem de uma mulher sexy e provocativa, mas sempre com classe e com algum estilo.
O resultado obtido: Uma Girlsband de raparigas jeitosas que mostram. Mostram muito. E que se abanam extremamente bem. E que conseguem transformar o “atirei o pau ao gato” num sub produto porno (afinal até tem “pau” na letra… e berros.).
Não acreditam? Vejam o exemplo maravilhoso que eu descobri há uns mesitos:
- Os números fazem a força: São sempre entre 3 a 6 gaijas. Nunca menos que isso. Acho que é pelo efeito manada, em que se olharmos para elas todas no conjunto parecem muito giras, mas se formos ver uma a uma, nem são nada de especial. Um bom exemplo disto foram as falecidas (sim porque já romperam) Pusses… ou o seu nome original Pussycat Dolls, que vou usar como principal exemplo por ser deste género a banda que mais segui. Aquilo começaram umas 15, passaram pra 6 depois para 5 e depois lá foram elas. Uma jovena sozinha seminua a cantar, ou duas chega a ser demasiado deprimente para vender (óh pra Ana Malhoa aqui por exemplo -
- this is just sad xD ). - O patinho feio: A melhor técnica que uma pessoa pode exercer para parecer mais bonita é ter alguém feio ao pé. Nas slutbands isto acontece sempre. Há sempre uma desgraçada que não deve grandes dotes à beleza, e então entra nos vídeos um bocadinho como enaltecimento das camaradas
- Pouco tecido: Estamos em tempos de crise pah! Para quê gastar o dinheiro em roupa quando podemos gastá-lo em… extensões, unhas falsas da Hello Kitte, Mamas falsas e PURPURIIIINAAAAS (nas slutbands elas são pegas. Não estou a falar de pegas como em vaquinhas. Estou a falar em pegas que têm uma tara qualquer por coisas brilhantes)? Vá agora a sério. A partir do minuto 2 do vídeo acima, eu deixei de prestar atenção à música. Por mais banais que fossem as mocelitas do vídeo. After all, a lingerie ajuda a distrair dos vocais.
- Muito rebolation: Quanto mais se abanarem nos vídeos melhor. Olhem por exemplo Buttons das pusses. Eu gosto munto do vídeo, e da musica… não sei quando desse muito se deve à dança da cadeira. Mas tem o seu peso.
- Sentimentalismo QB: é assim que nascem as baladinhas pop mais lamechas. As slutbands têm que vender para lá dos vídeos badalhocos, e mulher não vai comprar um cd de outras mulheres a dizer que se roçaram aqui e ali e que se sentem sexy. Então pegam, a dada altura da carreira e fazem a bela da baladinha a dizer que os homens são todos uns trastes, e que o namorado lhes pôs os palitos. Ou as musicas a apelar para uma irmandade do mulherio, em que não precisam dos homens pra nada (I don’t need a Man das pusses por exemplo)
- As Sluts são moçoilas de família: por mais porcalhotas que queiram mostrar-se nos vídeos, nas entrevistas estas mocitas são todas muito recatadas e discretas, muito sensíveis e até tímidas. Nunca me encaixou bem essa ideia mas pronto, elas lá sabem
A Slutband vai á vida, porque uma das participantes quer ir fazer uma carreira a solo, e caga pró grupo.
Mas a tristeza não dura muito, porque mal uma slutband desaparece, outra materializa-se no seu lugar, parece o ciclo reprodutório das bactérias ou assim.
Longe vai o tempo das Girlsbands que duravam mais de 3 anos, sem separações ao meio, e que mesmo não tendo grandes vocais, não alçavam a perna para mostrar o grelo e vender mais uns quantos álbuns.
November 28, 2010 14:40
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O meu olhar sobre a Blogosfera I

- Well, obviamente é uma bloguista, e é-o desde Dezembro de 2009
- É do signo Aquário
- Tem um sobrinho de que fala uma data de vezes no blog dela
- Tem uns sapatos iguais aos do desenho (pelo menos são da mesma cor I Guess)
- Gosta de desportos radicais, mas tem uma coisa qualquer por BTT (sorry a Bike não deve ser de BTT, mas pelo menos parece uma bicicleta)
November 27, 2010 15:18
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Aparentemente a minha internet este fim-de-semana mantêm-se de pé tanto tempo quanto o badalo de um velho de 90 anos sem viagra.
Por algum motivo sobrenatural, este fim de semana(tecnicamente é desde sexta feira) fui abençoado com um wireless Idiota que cai a cada 3 minutos.
O que é óptimo, porque estou desde de manhã a tentar ter uma conversa no msn, fazer um post aqui na joça e ler blogs alheios, mas a mensagem que mais leio é “sem ligação”.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH.
Tinha um post mesmo giro para publicar, mas como esta coisa idiota nem me deixa carregar uma imagem sequer, parece que vai ter que esperar até eu ligar para a SAPO com uma ameaça Bombista.
Tenham um bom fim-de-semana, e não se preocupem que respondo aos vossos comments assim que os conseguir ler decentemente (e a uns que tinha lido decentemente mas tinha deixado pró dia seguinte e que deu nisto).
(para terem uma ideia da situação deprimente, este post foi feito no Word, e fiquei à espera que a internet ligasse para colar á pressa e publicar sem sequer editar grandes coisas (devia saber decor a porcaria dos códigos de tamanhos de letra, mas nãããão xD)
[A Ouvir: Run Away From Trouble-Frankmusik ]
[Humor: Hum… Hello? Furioso xD – o panda tirou folga]
November 26, 2010 09:05
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SSD/Síndrome da Solteirona Desesperada
- Uma mulher solteira não é automaticamente uma solteirona
- Não conheço o equivalente masculino da solteirona, não digo que não existe mas ainda não vi nenhum exemplar. Se conhecerem estão super á vontade para me iluminar sobre o assunto na caixa de comentários.
A pressão que a sociedade em geral exerce sobre nós para arranjar alguém o mais rapidamente possível é demais para algumas pessoas, que não contentes em serem encalhadas ou solteiras, evoluem para um novo estágio.
A Solteirona.
A Solteirona - ao contrário do usualmente associado - nem sempre é a típica quarentona viciada no trabalho ou feia demais para atrair atenção ou apenas embrenhada noutras coisas que deixou passar a hipótese de constituir família quando podia e agora está sozinha e infeliz.
Oh não, não é.
As solteironas não tem uma idade especifica, e cada vez se formam mais cedo e de forma mais repentina.
E depois…começa tudo com uma pergunta:
(sendo o “you” ou a humanidade no geral, ou em particular um qualquer jovenzinho disponível pelo qual a solteirona está desesperada e que não lhe passou cartão tempo demais... tinha que partilhar o video xD)
E a partir dessa pergunta a Solteirona ergue-se das cinzas da depressão, do chocolate e dos filmes românticos até às duas da manhã.
O SSD tem 5 fases:
A fase pré-Solteirona, que para motivos de divulgação científica é sempre bom saberem, para prevenir o SSD nas vossas conhecidas, amigas e familiares.
- A fase “está tudo Ok” – Depois de um longo período “na seca” a jovem ganha um sorriso enjoado permanente…e passa a ter sempre um tom insinuante de que está tudo mal… mas cada vez que perguntamos se se passa algo recebemos um “está tudo ok” ou “está tudo bem”, um claro pedido de ajuda disfarçado. Depois em casa soltam a Emo interior, e desfazem-se em lágrimas e lamúrias.
- A fase maneater: Como um toxicodependente ressaca por uma dose, a solteirona ressaca por um par de calças (ou um rabo de saias, isto não faz diferença nenhuma) 24/7. E esta frase aplica-se em TODAS as fases do SSD. Tecnicamente a solteirona não chega a “ter sorte”, o que não a impede de tentar… ponham ênfase no tentar. Numa saída á noite, a solteirona faz de tudo para chamar a atenção. Enchumaços no soutien, dançar em cima da coluna, não levar cuecas, atirar-se a qualquer coisa que se mexa na sala (literalmente), embebedar-se e mostrar-se de bastante acesso… enfim, muito provavelmente acaba com uma “one night stand” e volta à estaca zero, porque o que ela quer é um relacionamento.
- A fase da amiguinha - muitas jovens com SSD ficam presas a esta fase grande parte da vida. Depois de uma traumática fase Maneater que resulta em tudo menos em arranjar namorado/marido/whatever, A Solteirona contenta-se em ser a amiguinha… dos casais. Vá isto de certeza que já viram. Aquela alminha penada que anda sempre colada a um casal de amigos, obviamente a ser a 3ª roda da bicicleta, que vai com eles ao cinema, e as vezes faz até de motorista do casalinho enquanto eles se comem no banco de trás. E enquanto faz de amiguinha lança o olho gordo ao casalinho. Não tem propriamente inveja porque não gosta do namorado da amiga por aí alem… mas não se importava nada se ele descobrisse que está loucamente apaixonado por ela e desse um pé na bunda à amiga.
- A Fase do fim de saldos – Nunca viram as pessoas às compras no fim de saldos? Já repararam que muitas vezes só o facto de estarem em saldo é o suficiente para as peças serem vendidas num ápice? Com a solteirona é assim a dada altura. Já estão num desespero tão grande que o que quer que apareça na rede é peixe. Não interessa que o novo namorado o… “Yuri” ainda seja casado lá na Ucrânia, e que a mulher dele tenha desaparecido sem deixar rasto, e que ele tenha cumprido 5 anos preso… desde que esteja com ela é um partidão. (ok isto não acontece só ás solteironas, mas é maioritariamente a elas que sucede). É nestas alturas que as nossas amigas arranjam os piores namorados possíveis, e que qualquer comentário leva a um “TU TENS É INVEJA DE EU ESTAR FELIZ!” e uma big discussão.
- A fase do desespero total – Depois de se descobrir que o Yuri matou a mulher e fez hambúrgueres dela, e ir preso, a solteirona volta a ficar solteirona. E a partir daí é o descalabro. Vale tudo para não ser solteira (a dada altura é já uma corrida contra o tempo). Desde inventar alguém (oh yeah é uma óptima ideia, não tem namorado/marido/whatever? Faça um á medida. Depois não o pode levar a festas de família ou à rua - excepto dentro do seu cérebro - mas pelo menos não está tão sozinha), a namoros virtuais, passando pela (in)feliz ideia de casar sozinha como fez Chen Wei-Yih fez (para quem quiser ler em PT está aqui a mesma noticia) (uma coisa tão... idiota que nem vou perder tempo a comentar)… e há muitas mais loucuras que a vitima de SSD faz, o que é mais ou menos triste porque está a fazer figurinhas tristes e não o percebe)
Mas a cura não está em arranjar um par, por mais perfeito que seja. Já vi muita solteirona comprometida, que tem necessidade de mostrar que desencalhou, que usa o namorado como peça de exibição e como cãozinho de companhia, para poder dizer “AHAH desencalhei bitch”
A SSD é uma coisa real, que existe cada vez mais. Previna-se, save as suas familiares e amigas divulgando a mensagem! (isto dava uma boa publicidade)
E vocês? Conhecem muitas jovens com SSD?
O que acham do assunto?
Comentai, gentes, comentai, que eu tenho que ir fazer o mesmo ainda hoje a uma data de blogs xD
November 25, 2010 17:25
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